“Grandes bebidas aproximam pessoas.”

Guia

Gin Tônica: infinitas possibilidades

Botânicos, tônicas e combinações para explorar.

Por Pedro Botânico Bartender 5 min de leitura
Compartilhar

Gim com tônica é o drinque mais fácil do mundo de fazer e o mais fácil de fazer mal. São dois ingredientes: se um deles não presta, não há gelo que salve.

Comece pelo gim, não pela guarnição

Todo gim tem zimbro — é o que o define por lei. O resto muda tudo. Um London Dry é seco e conduzido pelo zimbro; um contemporâneo pode ter cítricos, flores ou pimenta na frente. Prove o gim puro, um gole pequeno, antes de decidir o que colocar junto.

A tônica é metade do copo

Aqui está o erro mais comum. Se a tônica for adocicada demais, ela apaga o gim que você escolheu com cuidado. Prefira as de perfil seco, e abra uma garrafa pequena por drinque — tônica que perdeu gás vira água com açúcar.

A guarnição não é enfeite

Ela deve repetir um botânico que já está no gim, não brigar com ele. Gim cítrico pede casca de laranja; gim herbal pede um ramo de alecrim; gim apimentado aceita pimenta rosa. Uma rodela de limão em tudo é o caminho mais curto para todos os copos ficarem iguais.

A proporção

Uma parte de gim para três de tônica, copo grande, muito gelo. Gelo demais derrete menos, não mais — é contraintuitivo e é verdade.