“Grandes bebidas aproximam pessoas.”

Notícia Foto: Divulgação: Heineken, Amstel e Eisenbahn

Heineken volta a crescer no Brasil, com Amstel e Heineken em alta

No balanço do terceiro trimestre, o grupo diz que o volume no país subiu perto de 5% e a receita mais de 10%, com a categoria de volta ao azul

Por Redação Bebidário Equipe do Bebidário 3 min de leitura
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A Heineken voltou a vender mais cerveja no Brasil. No balanço do terceiro trimestre, divulgado nesta quarta-feira, 28 de outubro, a cervejaria holandesa informou que o volume no país cresceu em torno de 5% e que a receita líquida subiu mais de 10% em relação ao mesmo período de 2025, num momento em que a categoria de cerveja voltou a crescer. A empresa não divulga os números exatos de cada país; o comunicado fala em alta de um dígito médio no volume e na casa dos dois dígitos na receita.

Segundo a Heineken, Amstel e a marca Heineken cresceram mais de 10% no Brasil, com destaque para a Heineken Ultimate 3.5% e a Heineken 0.0. A Ultimate 3.5% é apresentada pela empresa como uma cerveja com menos álcool, menos calorias e sem glúten. A Sol Zero, também vendida no Brasil, aparece entre as marcas que ajudaram a puxar o segmento de baixo e zero álcool, que cresceu dois dígitos no grupo.

O grupo no trimestre

No mundo, a Heineken vendeu 76,0 milhões de hectolitros entre julho e setembro, alta orgânica de 4,8%. A receita líquida foi de € 8,09 bilhões, alta orgânica de 4,6%, e a receita total chegou a € 9,6 bilhões. As quatro regiões cresceram. Nas Américas, o volume subiu 2,1% no trimestre, depois de queda no ano, que acumula -1,6% até setembro; o México também cresceu. A Ásia liderou, com alta de 17,3%.

A marca Heineken cresceu 9,7% no mundo, com alta de dois dígitos em 22 mercados, entre eles o Brasil. A Amstel cresceu um dígito alto, puxada por Brasil, China e África do Sul. O real mais forte também ajudou na conversão dos resultados para euros, segundo a empresa.

O que dizem os executivos

We delivered good volume growth of 5%, with positive contributions from all regions
Rafa Oliveira, CEO da Heineken, no comunicado do balanço

A empresa manteve a previsão de crescimento de 2% a 6% no lucro operacional em 2026. Na conversa com analistas, o diretor financeiro, Harold van den Broek, manteve uma visão conservadora para as Américas, segundo a Just Drinks.

I don't think that we've turned the corner to consistent positive category growth just yet
Harold van den Broek, diretor financeiro da Heineken, a analistas, segundo a Just Drinks

No catálogo do Bebidário estão marcas do grupo citadas no balanço, como a Heineken 0.0, a Heineken e a Amstel Lager, além da Eisenbahn Pilsen, que a Heineken também produz no Brasil.

Fontes: Heineken N.V. (28/10/2026), Just Drinks (28/10/2026).